Ferramentas DAPP

Bruno Covas fala da gestão municipal de São Paulo: destaque para assistência e economia

O vice-prefeito participou de painel organizado pela DAPP e pela EPGE

há 3 meses

O vice-prefeito de São Paulo, Bruno Covas, destacou mudanças da nova gestão na cidade em evento na FGV, na última quinta-feira (31/08). O painel “Desafios para o Brasil: Os reflexos das crises econômica e política para a gestão municipal”, iniciativa da Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) e da EPGE – Escola Brasileira de Economia e Finanças da FGV, foi aberto pelo presidente da FGV, professor Carlos Ivan Simonsen Leal. Participaram também da mesa os diretores Marco Aurelio Ruediger (DAPP) e Rubens Penha Cysne (EPGE).

Covas iniciou sua apresentação falando do esforço da gestão atual para zerar um déficit de R$ 7 bilhões previsto no início deste ano para dezembro. Cortes em secretarias do governo, remanejamento de verbas  e parcerias com a iniciativa privada foram defendidos como estratégias.

— Houve uma readequação em várias secretarias para podermos zerar esse déficit e começar a pensar no ano que vem. Voltar a ter investimentos com recursos da prefeitura. Nesse ano de 2017, quase todos os investimentos que tivemos em São Paulo foram repasses ou parcerias com a iniciativa privada — afirmou o vice-prefeito.

Outras prioridades do governo são as áreas de assistência, educação e saúde, segundo o gestor. Bruno Covas ainda acrescentou:

— Queremos mais a participação do setor privado e temos feito uma série de exposições desse programa de desburocratização no mundo todo, tentando atrair investimento estrangeiro na cidade de São Paulo. Reduzindo o tamanho da máquina pública e o custeio desses equipamentos, podemos investir no que é essencial e obrigação da prefeitura: saúde, educação, assistência, habitação e segurança pública.

Ao fim da apresentação, o diretor da DAPP, Marco Aurelio Ruediger, questionou  o quanto os projetos feitos em São Paulo podem ser estendidos para o país. Segundo Covas, muitos dos projetos são fáceis de ser “universalizados” com a implementação de políticas públicas por parte dos prefeitos que compõem a Frente Nacional de Prefeitos.

— Não há qualquer restrição em poder replicar grande parte do que está sendo feito na cidade de São Paulo, até porque partimos de princípios muito básicos como informatização e transparência, algo que a legislação coloca que todos devem cumprir — finalizou o vice-prefeito.

 


Veja mais sobre: ,