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Diretor da DAPP é indicado para integrar Conselho Consultivo do TSE sobre internet e eleições de 2018

Marco Aurelio Ruediger é um dos três representantes da sociedade civil a compor o grupo que vai propor ações de combate a fake news e uso de robôs

há 11 meses

Teste Público de Segurança do Sistema Eletrônico de Votação (TSE/Divulgação)

O diretor da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV/DAPP), Marco Aurelio Ruediger, foi indicado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, a integrar o Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições. A atuação do grupo na Corte tem como objetivo propor medidas para conter a disseminação de notícias falsas e o uso de robôs nas eleições de 2018.

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O conselho é composto por dez membros, entre integrantes do TSE, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), do Exército e dos ministérios da Justiça e da Ciência e Tecnologia. Na primeira reunião do conselho, realizada nesta segunda-feira (11/12), discutiu-se a necessidade de criação de cartilhas e campanhas de conscientização para a população, elaboração de manuais de procedimentos para os juízes eleitorais, criação de um ambiente virtual (site ou aplicativo) para recebimento de sugestões de atuação e denúncias sobre fake news, e análise das propostas de resolução do TSE a fim de apresentar colaborações.

— Temos que trazer a sociedade civil, os atores políticos, os provedores de rede e o tribunal no sentido de ter uma coordenação para o assunto, o que é interesse de todos — afirma Ruediger, ressaltando que as empresas que controlam as redes sociais devem ter “consciência do impacto social dos serviços que prestam”. — Não acho que devem ser reguladas, mas devem agir em um regime de cooperação.

O grupo tem como atribuições: desenvolver pesquisas e estudos sobre as regras eleitorais e a influência da Internet nas eleições, em especial o risco das fake news e o uso de robôs na disseminação das informações; opinar sobre as matérias que lhe sejam submetidas pela Presidência do TSE; e propor ações e metas voltadas ao aperfeiçoamento das normas.


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