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Diretor da FGV DAPP é indicado para integrar Conselho Acadêmico de Segurança Pública

Colegiado criado pelo Ministério da Segurança Pública tem como objetivo discutir a situação do Brasil no setor, aprimorar a qualidade da informação, da análise e das estatísticas e propor políticas públicas

há 2 semanas

O diretor da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV DAPP), Marco Aurelio Ruediger, foi indicado pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a integrar o Conselho Acadêmico de Segurança Pública. A iniciativa, de caráter consultivo, tem como objetivo reunir representantes da academia para discutir a situação do Brasil na matéria, aprimorar a qualidade da informação, da análise e das estatísticas e propor políticas públicas, ações específicas e reformas legislativas, entre outras iniciativas. Os membros terão mandato de dois anos, com possível recondução por igual período.

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O conselho, que é presidido por Jungmann, tem a participação de 13 acadêmicos de universidades brasileiras e de organizações da sociedade civil. Além dos membros designados, o conselho poderá convidar, para participar das reuniões, personalidades e instituições outras, conforme a especificidade do assunto em discussão. As reuniões serão realizadas mensalmente ou sempre que convocadas pelo presidente.

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Entre as atribuições do colegiado estão: assessorar o ministro da Segurança Pública em relação a planos, programas, projetos, estatísticas e atividades de interesse da Segurança Pública; propor políticas públicas na área de Segurança Pública, em particular na área da governança dos sistemas de segurança, policial e prisional, podendo sugerir a criação de grupos de trabalho específicos para esta finalidade; promover a mobilização e a participação da comunidade acadêmica na formulação de propostas de políticas e normas de Segurança Pública, inclusive mediante o estímulo à constituição de uma associação brasileira de estudos de Segurança Pública; induzir pesquisas em áreas de interesse do ministério, inclusive mediante a interlocução com entidades de fomento à pesquisa científica e entidades privadas interessadas no tema; e estabelecer um Observatório Nacional de Segurança Pública.