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Pesquisa da DAPP sobre dengue é destaque em visualização de dados

Estudo foi reconhecido em publicação do Infogr.am, parceiro internacional da Diretoria

há 1 ano

Pesquisa realizada pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV (FGV/DAPP) sobre o panorama da dengue no Brasil foi apontado como um exemplo de sucesso em visualização de dados pelo Infogr.am, parceiro internacional da DAPP e desenvolvedor do software de visualização de dados adotado pela Diretoria. Em um texto publicado em seu blog, a empresa defendeu que o caso da FGV/DAPP revela como a transparência de dados pode transformar grandes bancos de dados em informações de fácil compreensão pelo público e pela imprensa.

“A iniciativa da FGV/DAPPé um exemplo perfeito de como trabalho em equipe aliado à visualização de dados lança luz sobre matérias de importância nacional”, afirma o texto intitulado “Brazilian Think Tank Uses Infogram to Shed Light on Dengue Fever”. O Infogr.am, startup com sede na Letônia e na Califórnia, possui uma cartela de clientes que reúne desde pequenos comerciantes até corporações internacionais de mídia.

O estudo da FGV/DAPP identificou que não havia correspondência exata entre os dados gerados pelo Ministério da Saúde e pelas secretarias estaduais e municipais de Rio e São Paulo sobre os números de casos de dengue. Além das diferenças, os dados divulgados eram de difícil visualização, esmiuçados em longas planilhas e documentos em formato “pdf”.

“Apesar de públicos, esses dados não seriam compreensíveis à população sem o trabalho de visualização de dados, facilitado pelo Infogr.am. Eles teriam que tomar a iniciativa de visitar o site do Ministério da Saúde e fazer download das planilhas, que são difíceis de ler e manipular. A ferramenta fez a diferença”, diz Janaína de Mendonça Fernandes, pesquisadora da FGV/DAPP.

Para o Infogr.am, os modelos personalizados desenvolvidos pela FGV/DAPP são exemplos de um design gráfico agradável e adaptado à identidade visual da instituição. A empresa criou ainda mapas especiais das cidades brasileiras, que possibilitaram a identificação de áreas com maior incidência de dengue. A partir disso, a FGV/DAPP pôde dar início aos testes com drones para o monitoramento de focos do mosquito transmissor.  

“Queríamos disponibilizar esse conteúdo ao público com um visual agradável e de fácil leitura, mantendo a nossa identidade visual. E acima de tudo, precisávamos disponibilizar o conteúdo rapidamente”, diz o pesquisador da FGV/DAPP Wagner de Oliveira.

Confira mais detalhes da pesquisa no Saúde em Números


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