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Pesquisa da DAPP sobre dengue é destaque em visualização de dados

Estudo foi reconhecido em publicação do Infogr.am, parceiro internacional da Diretoria

há 11 meses

Pesquisa realizada pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da FGV (FGV/DAPP) sobre o panorama da dengue no Brasil foi apontado como um exemplo de sucesso em visualização de dados pelo Infogr.am, parceiro internacional da DAPP e desenvolvedor do software de visualização de dados adotado pela Diretoria. Em um texto publicado em seu blog, a empresa defendeu que o caso da FGV/DAPP revela como a transparência de dados pode transformar grandes bancos de dados em informações de fácil compreensão pelo público e pela imprensa.

“A iniciativa da FGV/DAPPé um exemplo perfeito de como trabalho em equipe aliado à visualização de dados lança luz sobre matérias de importância nacional”, afirma o texto intitulado “Brazilian Think Tank Uses Infogram to Shed Light on Dengue Fever”. O Infogr.am, startup com sede na Letônia e na Califórnia, possui uma cartela de clientes que reúne desde pequenos comerciantes até corporações internacionais de mídia.

O estudo da FGV/DAPP identificou que não havia correspondência exata entre os dados gerados pelo Ministério da Saúde e pelas secretarias estaduais e municipais de Rio e São Paulo sobre os números de casos de dengue. Além das diferenças, os dados divulgados eram de difícil visualização, esmiuçados em longas planilhas e documentos em formato “pdf”.

“Apesar de públicos, esses dados não seriam compreensíveis à população sem o trabalho de visualização de dados, facilitado pelo Infogr.am. Eles teriam que tomar a iniciativa de visitar o site do Ministério da Saúde e fazer download das planilhas, que são difíceis de ler e manipular. A ferramenta fez a diferença”, diz Janaína de Mendonça Fernandes, pesquisadora da FGV/DAPP.

Para o Infogr.am, os modelos personalizados desenvolvidos pela FGV/DAPP são exemplos de um design gráfico agradável e adaptado à identidade visual da instituição. A empresa criou ainda mapas especiais das cidades brasileiras, que possibilitaram a identificação de áreas com maior incidência de dengue. A partir disso, a FGV/DAPP pôde dar início aos testes com drones para o monitoramento de focos do mosquito transmissor.  

“Queríamos disponibilizar esse conteúdo ao público com um visual agradável e de fácil leitura, mantendo a nossa identidade visual. E acima de tudo, precisávamos disponibilizar o conteúdo rapidamente”, diz o pesquisador da FGV/DAPP Wagner de Oliveira.

Confira mais detalhes da pesquisa no Saúde em Números


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