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05/06/2024

Estudo de DRI e FGV ECMI alerta para uso de IA para identificar conteúdos perigosos nas redes

Ajuste de algoritmo para reduzir discurso de ódio e desinformação também é recomendação feita pelo relatório

Em outubro de 2024, 5.568 municípios brasileiros vão às urnas para eleger vereadores e prefeitos, mas as campanhas eleitorais começam muito antes. Se nas eleições de 2018 e 2020 as campanhas digitais já desempenharam um papel fundamental nas campanhas políticas como um todo, esse ano espera-se o uso ainda mais acentuado dessas novas tecnologias. 

Discurso de ódio, desinformação e anúncios políticos são algumas das principais preocupações para o processo online e foram riscos mapeados pelo estudo 'Election Integrity in the Digital Age: Online Risks and Recommendations for the Brazilian 2024 Municipal Elections', desenvolvido pelo centro alemão Democracy Reporting International (DRI), em parceria com a FGV Comunicação Rio, a FGV Direito Rio e a Lupa.

O uso de ferramentas avançadas de Inteligência Artificial (IA), juntamente com a moderação humana, para identificar e mitigar efetivamente o discurso de ódio, a desinformação e a polarização de conteúdo e ajustar algoritmos para reduzir a visibilidade de conteúdos enganosos ou prejudiciais foram algumas das principais recomendações sinalizadas pelo relatório. Foram exploradas as categorias de Estado, Política, Mídia e Sociedade, em busca de mapear riscos e recomendações  para autoridades eleitorais, plataformas digitais, organizações da sociedade civil e outros atores políticos.   

Os riscos mapeados pelo estudo se dividem em três eixos principais: discurso de ódio, desinformação e anúncios políticos. Com base nesses riscos apresentados pelo debate online nas eleições, a pesquisa traçou recomendações que têm como objetivo o fortalecimento da democracia no ambiente digital e a antecipação aos desafios regulatórios e comunicacionais nas campanhas online em 2024.

Acesse o relatório completo aqui. 

 

As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19/2018.

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